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domingo, 23 de agosto de 2015

INDIA, CALCUTÁ

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Madre Tereza de Calcutá

        Meu voo para Calcutá, na India, saiu do Aeroporto Internacional de Don Mueang, a 20 km do centro de Bangkok. Eu peguei o Sky Train até a Estação Mo Chit (última estação), para não pegar trânsito, que é muito ruim neste trecho. E dali peguei o ônibus 29 que me levou até em frente ao aeroporto, ao custo de Baht 9. O Taxi cobra em torno de Baht 400, e pode levar até duas horas.
        Não se esqueça de informar o seu banco a sua visita à India, pois senão não poderá usar seu cartão. Cheguei em Calcutá às 00:05 hr, e fui ao guichê de Taxi pré pago, que me cobrou 270 Rupias Indianas para me levar até o Hotel. 1 Real vale 18,1777 Rupias Indiana.

        A frota de taxi daqui é muito velha, não tem ar condicionado, e a suspenção é muito barulhenta, é um modelo Ambassador, a companhia fabricante é a Hindustan Motors (HM),  é um modelo baseado do Britanico Morris Oxford III de 1.948.e o motorista não fala uma palavra em inglês. Demoramos mais de uma hora para achar o hotel, até que eu acessei no meu Ipad o mapa da India, que eu já havia baixado previamente, e localizei o endereço.
        O hotel é bem simples, num distrito chamado Salt lake City, e as quatro diárias custou 5.040 Rúpias (já incluso os impostos) com café da manhã (que não tem café). É sempre servido um prato salgado com um pão tipo sírio, daqueles que tem no Habibs, e chá com leite. Pelo menos tinha banheiro no apartamento e ar condicionado, mas não tinha Wi-fi, para ter acesso à net, tinha que ir num Cyber Café próximo, custa 20 Rúpias a hora.
        Comprei um “Sin Card” da Vodafone de 1 GB, mais 50 chamadas locais, por 300 Rupias, porque aqui na India, nem todos os locais tem Wi-fi gratuito.

 
        Calcutá é uma cidade muito antiga, e mal conservada, suja, com muito mal cheiro. Aqui muitas pessoas tomam banho, dormem e defecam ao ar livre. O trânsito é caótico, buzinam a todo tempo, no centro da cidade é comum você ver entre os carros, pessoas andando de cavalo. Eles comem com as mãos. E poucos ainda falam a língua inglesa, que prevalecia quando da dominação inglesa, apesar de haver bastante propaganda para que a população aprenda a língua inglesa. A pobreza prevalece entre as pessoas. Tem muitas construções ainda do tempo dos ingleses, mas poucas restauradas, a maioria está em situação de demolição.
O Cristianismo tem uma presença significante com várias igrejas e catedrais,  mas prevalecem os Muçulmanos, e poucos Budistas. Inclusive aqui foi onde viveu Madre Tereza de Calcutá, a grande ajudadora dos pobres.

        Esta é a St Paul’s Cathedral, uma imponente construção da Igreja Católica, próxima da estação do Metrô Maidan.


        Victoria Memorial Hall, dedicado à memoria da Rainha Victoria, está localizado em um parque com um maravilhoso jardim, o grandioso prédio foi construído em 1906, e abriga um museu. também na mesma estação do Metrô. O ingresso aos jardins custa 10 Rupias.

        Kalighat Kali Temple, é um templo Hindu, dedicado à Deusa Kali, fica próximo da estação do metro Kalighat, e peguei um Ritchá, é uma espécie de carroça tracionada por um homem, que cobrou-me para levar e trazer de volta 100 Rupias.
        Quem pretende conhecer a India, evite começar por Calcutá, para que a primeira impressão não prevaleça, pois a Índia é muito mais do que esta cidade, que necessita de uma revitalização urgente, tanto arquitetonicamente, como cultural.

2 comentários:

  1. olá Ray, depois de quase um mês de Índia, não devo levar em conta Calcutá, aqui tem pobreza e sujeira, sim, mas não igual Calcutá. Em muitos lugares é tudo limpinho e bem conservado, principalmente os jardim.
    abraços

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