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quinta-feira, 23 de julho de 2015

LAOS, Luang Prabang

                 Stupa dourada em Vientiane, símbolo do Laos
 
De Chiang Rai, na Tailandia, para o Laos, pegamos um ônibus convencional que demorou 16 horas para chegar a Luang Prabang, que teve custo de 950 Bath por pessoa. Tínhamos a opção de ir de barco, que demora 2 dias, sendo 14 horas de navegação, com um intervalo para passar a noite no caminho, ao custo de 1.100 Bath por pessoa, conhecemos duas jovens que fizeram a viagem de barco que disseram que o barco estava lotado e que tiveram que se sentar no chão do barco, não aproveitando o visual. Demonstrando falta de profissionalismo na área do turismo por parte do Laos.
O Laos vive ainda no século XVIII, com muita pobreza, ignorância e nenhuma infraestrutura: não possui autoestradas, energia nas áreas rurais, apesar de exportar energia elétrica para a Tailândia.
Na fronteira tivemos dificuldade de comunicação, pois os funcionários da imigração, pasmem, não falam uma palavra em inglês, é um absurdo.
Mas, apesar de tudo chegamos inteiros em Luang Prabang, que é uma pequena cidade muito procurada por mochileiros, jovens de todas as nações, atrás de aventuras, ecoturismo, trekking, etc.

Nosso primeiro passeio foi para a Cachoeira Tad Sae. Contratamos um Tuk-Tuk por 100.000 Kip, mais um pequeno barco por 10.000 Kip e o ingresso na cachoeira 15 .000 Kip. Entretanto chegando lá a cachoeira não tinha água naquele momento, fato que não nos foi avisado pelo motorista que tentou “empurrar” outro passeio para outra cachoeira por um preço altíssimo, posteriormente reduzindo-o em quase três vezes! Fazendo assim perdermos dinheiro, tempo e paciência.
 
 

Voltando para a cidade entramos em um escritório de turismo e contratamos uma minivan para a Cachoeira Kuang Si, por 60.000 Kips por pessoa, mais o ingresso para a entrada no complexo, que nos custou 20.000 Kip (um real vale 2.593,96 Kips).
Esta pelo menos tinha agua, muito bonita, agua verde esmeralda. Depois de uma trilha bem íngreme, em direção ao topo da cachoeira, chegamos a um pequeno lago, onde andamos em uma jangada feita de bambu, que nos custou 20.000 Kips, vale a pena visitar.
À noite pra variar fomos a um mercado noturno, uma feirinha bastante movimentada, onde se compra e se come de tudo.
O hotel nos custou US$ 20, um preço bom, porém não tínhamos café da manha.
No outro dia compramos uma passagem de ônibus leito (VIP SLEEPING BUS), para Vientiane (capital Laosiense), por 150.000 Kips, que, pelas fotos da agência era uma maravilha. De fato, quando chegamos ao terminal de ônibus, lá estava ele, com dois andares, poltronas como camas, vários turistas estrangeiros, gente bonita, tudo indicava que seria uma viagem maravilhosa.
Ledo engano, na primeira esquina, depois da rodoviária, o ônibus parou e começaram a entrar passageiros clandestinos, que foram se alojando no chão entre as nossas poltronas, gente se esfregando nos nossos braços, pessoas com pouca ou nenhuma higiene pessoal. O sonho logo virou pesadelo. E não para por aí, foram diversas paradas em vilarejos, onde entravam e saiam passageiros clandestinos.
Não existem no Laos estradas como conhecemos, são caminhos que atravessam vários vilarejos, e aquele enorme ônibus mal cabia na pista de ponta a ponta, devido as muitas curvas. Levamos 10 horas para percorrer 338 km, uma média de 34 km por hora.
Além de tudo, alguns passageiros locais, em plena madrugada, falavam no celular em voz alta, povo ignorante que não respeita locais públicos. Afinal este transporte, como o próprio nome diz, é para dormir.
Concluindo pessoal, se algum dia forem para o Laos, recomendo não andarem de barco ou de ônibus, somente de avião.

                        Palácio Presidencial do Laos
Finalmente chegamos à capital Vientiane, uma cidade do tamanho de Osasco, com 700.000 habitantes, para irmos ao centro pegamos um Tuk-Tuk que nos levou por 30.000 Kips.
 
 
 

E contratamos um veículo, semelhante a um taxi, para nos levar ao XiengKuane Buddha Park, um complexo de estatuas religiosas, que fica a 25 km da cidade e também fazer um city tour e depois nos deixar no  aeroporto no final do dia, que nos custou 450.000 Kips.
O Buddha Park é de uma beleza estranha, é composto por aproximadamente 250 obras espalhadas em um jardim, o curioso é o forte sincretismo entre o Hinduísmo e o Budismo contido nestas. As figuras têm partes de animais e partes de humanos, e havia em muitas delas a representação de uma dominação do divino e o adorador, este ficava sempre submisso diante da divindade, pagamos 5.000 Kips o ingresso.

Na cidade visitamos o Patuchai, uma estrutura semelhante ao Arco do Triunfo na França. É dedicado àqueles que lutaram na luta pela independência da França. Onde pagamos 3.000 Kips por pessoa para subirmos ao topo.

O Wat Si Saket Museum é um templo que abriga 10.000 estatuas de Buda, e sobreviveu a guerra franco siamesa de1828 por ser um lugar sagrado. e  pagamos 10.000 Kips por pessoa para visitarmos.
 

Erguido em 1566, a mando do Rei Saysetthathirath, o Pha That Luang é o monumento mais importante do Laos, tido como o verdadeiro símbolo do país. A stupa dourada, que representa, ao mesmo tempo, o budismo e a soberania, é cercada por mais 30 stupas menores, com uma base que mede 69m de comprimento por 45m de altura, e um topo coberto com folhas de ouro.
 

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