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quinta-feira, 30 de julho de 2015

VIETNAM, HANOI



De Vientiani no Laos, pegamos um voo que custou US$ 40 por pessoa, mais taxas de embarque. Ao todo saiu US$ 75 cada.


        Hanoi é uma cidade moderna, populosa, com muitos museus, parques e bastante comércio de rua, como em todas as cidades do Sudeste Asiático. Às vezes me pergunto se tem compradores, para tantos vendedores e produtos. Eles vendem de tudo nas calçadas, roupas, comida, objetos de decoração, imas de geladeira, etc.
 
O trânsito é caótico, ninguém respeita semáforos e usam a buzina constantemente, chega a ser irritante, até engraçado. Para atravessar a rua tem que avançar entrando na frente de carros e motos, pois do contrário não atravessa, nem na faixa de pedestre. Na cidade pode-se pagar US$ 10 por hora para passear de Hitchá, tracionado por uma bicicleta.
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        Visitamos o Mausoléu de Ho Chi Min, ex-presidente e líder da guerra contra os americanos. Seu corpo está embalsamado num lindo prédio de mármore, em um grande parque no centro da cidade, onde tem sua casa de morada, com seus móveis e carros usados quando dirigente do Vietnam. Ali também se localiza o Palácio Presidencial. O número de visitantes impressiona, uma fila extensa para chegar até seu corpo, protegido por muita segurança. Não pode falar, não pode sair da fila. Pagamos 25.000 Dong, que é a moeda usada por eles. 1 R$ = 7.000,00 Dong.

        Fomos ao Vietnam National Museum of History, que possui um acervo muito grande desde a pré-história até os tempos mais recentes. Mostra as origens étnicas e a evolução da sociedade como um todo. Impressionou-me a exposição que tem como tema a “flor de lótus”, com o uso de metais nobre como ouro, jade, prata e pedras preciosas. O ingresso custou 40.000 Dong para mim e 15.000 Dong para meu filho por ser estudante.

      
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
        Impressionante também é a Prisão de Hoa Lo que foi construída em 1896 pelos franceses que eram os colonizadores. Foi usada para prender os líderes políticos que se opunham aos franceses que exploravam o povo Vietnamita. O lugar é muito triste, pois mostra mais uma vez do que o homem é capaz de fazer com seus semelhantes, degradação, tortura, verdadeiras atrocidades, inclusive com o uso da famosa “Guilhotina”. Tudo pelo lucro, tudo pelas riquesas desta regiáo. Não foi diferente da relação Portugal e Brasil, e outras histórias de colonizadores. ­­­

        Mostra ainda a utilização mais recente desta prisão, que era onde os Vietnamitas prenderam os soldados americanos na guerra da década de 60. Nas fotos e nos relatos dizem que estes prisioneiros eram tratados tão bem que a prisão foi chamada de “Hilton de Hanoi”. Aqui entre nós, duvido da versão dos Vietnamitas. Pois não acredito que qualquer povo trataria bem as pessoas que mataram seus compatriotas, numa guerra sangrenta, com uso de armas químicas. Pagamos 30,000 Dongs o ingresso, por pessoa


        Hoàn Kiếm Lake é localizado no centro de Hanoi, é muito famoso por causa de uma lenda que conta que uma tartaruga teria pedido a espada de um imperador antigo, espada esta que foi usada numa importante batalha contra a China. E o mesmo atendeu o pedido da tartaruga que a levou, pois pertencia ao deus Dragão, amigo dela.

        Existe ali uma torre que foi construída em homenagem a esta lendária tartaruga.

        Além de mais um templo Budista numa pequena ilha deste lago. Interessante a presença de animais como cavalos nos altares, pois não é comum nos templos da Tailândia. Este passeio custou 30.000 Dong por pessoa.
 
        Este lindo prédio é o Hanói Òpera House, no bairro francês, recebe este nome pois concentra várias construções em estilo francês.
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        O Museu de Guerra do Vietnam no centro de Hanoi abriga vários artefatos de guerra tomados dos USA, como aviões, helicópteros, lança misseis, entre outros. É uma memória que na minha opinião poderia ser deixada de lado, pois isto só faz as novas gerações “ruminarem” este triste passado.

        É uma mancha negra da história da humanidade, tal como a 2ª. Grande guerra do mundo.



        No outro dia fizemos um passeio de uma noite e dois dias para Há Long Bay, que é uma das sete maravilhas do mundo. É um lugar extraordinário, que apesar do tempo estar nublado, foi muito bacana. Lá conhecemos uma caverna muito bonita, com vários salões enormes. Pegamos uma Van que nos levou por uma autoestrada por 4 horas até um píer, onde embarcamos num cruzeiro, com direito a passeio de caiaque, natação, navegação maravilhosa entre grandes monolitos de pedra, ou pequenas ilhas, como queiram chamar. Breakfest, almoço e jantar. Valeu a pena, custou-nos US$ 150 por pessoa. Uma despesa um pouco fora do normal, mas nos permitimos este luxo.
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        Quando voltamos fomos para Sa Pa, ao norte de Hanoi, divisa com a China. Fomos levados de taxi até a ferrovia no centro da cidade, e pegamos um trem noturno, e fomos dormindo em todo percurso de 8 horas. É uma região montanhosa, com lindas plantações de arroz em platôs, nas encostas dos morros. O visual é espetacular. Visitamos várias pequenas vilas e tivemos contato com a população que vive daquela atividade rural, gente muito simples, de vida simples, casas sem calçamento no interior das casas, sem agua encanada, ou esgoto, uma vida de certa forma precária, mas apesar disto é um povo feliz. Dormimos uma noite em uma das vilas, eles chamam de “Home Stay”. É uma casa, onde na parte de baixo dormem os moradores e na parte de cima vários colchonetes servem de cama para os turistas. Ali tivemos um jantar e no dia seguinte café da manha, servido por esta família.

        No primeiro dia caminhamos 12 km, na escala 5 de trekking, que vai até 10 (o grau de dificuldade) e no segundo dia mais 8 Km. Foi bem puchado para mim, mas consegui chegar ao final, graças a Deus. E voltamos para Hanoi de trem. Este passeio custou US$ 130 por pessoa.

        Em Hanoi nos hospedamos no Hanoi Charm Hotel, no centro histórico da cidade, e pagamos US$ 36 a diária com um ótimo café da manhã. Pessoal muito atencioso e receptivo.

        Depois de 6 dias no Vietnam, pegamos um voo para Bangkok para embarcar meu filho Tales para o Brasil, e eu fiquei por aqui, ou outro lugar da Asia, onde Deus quiser me levar.

quinta-feira, 23 de julho de 2015

LAOS, Luang Prabang

                 Stupa dourada em Vientiane, símbolo do Laos
 
De Chiang Rai, na Tailandia, para o Laos, pegamos um ônibus convencional que demorou 16 horas para chegar a Luang Prabang, que teve custo de 950 Bath por pessoa. Tínhamos a opção de ir de barco, que demora 2 dias, sendo 14 horas de navegação, com um intervalo para passar a noite no caminho, ao custo de 1.100 Bath por pessoa, conhecemos duas jovens que fizeram a viagem de barco que disseram que o barco estava lotado e que tiveram que se sentar no chão do barco, não aproveitando o visual. Demonstrando falta de profissionalismo na área do turismo por parte do Laos.
O Laos vive ainda no século XVIII, com muita pobreza, ignorância e nenhuma infraestrutura: não possui autoestradas, energia nas áreas rurais, apesar de exportar energia elétrica para a Tailândia.
Na fronteira tivemos dificuldade de comunicação, pois os funcionários da imigração, pasmem, não falam uma palavra em inglês, é um absurdo.
Mas, apesar de tudo chegamos inteiros em Luang Prabang, que é uma pequena cidade muito procurada por mochileiros, jovens de todas as nações, atrás de aventuras, ecoturismo, trekking, etc.

Nosso primeiro passeio foi para a Cachoeira Tad Sae. Contratamos um Tuk-Tuk por 100.000 Kip, mais um pequeno barco por 10.000 Kip e o ingresso na cachoeira 15 .000 Kip. Entretanto chegando lá a cachoeira não tinha água naquele momento, fato que não nos foi avisado pelo motorista que tentou “empurrar” outro passeio para outra cachoeira por um preço altíssimo, posteriormente reduzindo-o em quase três vezes! Fazendo assim perdermos dinheiro, tempo e paciência.
 
 

Voltando para a cidade entramos em um escritório de turismo e contratamos uma minivan para a Cachoeira Kuang Si, por 60.000 Kips por pessoa, mais o ingresso para a entrada no complexo, que nos custou 20.000 Kip (um real vale 2.593,96 Kips).
Esta pelo menos tinha agua, muito bonita, agua verde esmeralda. Depois de uma trilha bem íngreme, em direção ao topo da cachoeira, chegamos a um pequeno lago, onde andamos em uma jangada feita de bambu, que nos custou 20.000 Kips, vale a pena visitar.
À noite pra variar fomos a um mercado noturno, uma feirinha bastante movimentada, onde se compra e se come de tudo.
O hotel nos custou US$ 20, um preço bom, porém não tínhamos café da manha.
No outro dia compramos uma passagem de ônibus leito (VIP SLEEPING BUS), para Vientiane (capital Laosiense), por 150.000 Kips, que, pelas fotos da agência era uma maravilha. De fato, quando chegamos ao terminal de ônibus, lá estava ele, com dois andares, poltronas como camas, vários turistas estrangeiros, gente bonita, tudo indicava que seria uma viagem maravilhosa.
Ledo engano, na primeira esquina, depois da rodoviária, o ônibus parou e começaram a entrar passageiros clandestinos, que foram se alojando no chão entre as nossas poltronas, gente se esfregando nos nossos braços, pessoas com pouca ou nenhuma higiene pessoal. O sonho logo virou pesadelo. E não para por aí, foram diversas paradas em vilarejos, onde entravam e saiam passageiros clandestinos.
Não existem no Laos estradas como conhecemos, são caminhos que atravessam vários vilarejos, e aquele enorme ônibus mal cabia na pista de ponta a ponta, devido as muitas curvas. Levamos 10 horas para percorrer 338 km, uma média de 34 km por hora.
Além de tudo, alguns passageiros locais, em plena madrugada, falavam no celular em voz alta, povo ignorante que não respeita locais públicos. Afinal este transporte, como o próprio nome diz, é para dormir.
Concluindo pessoal, se algum dia forem para o Laos, recomendo não andarem de barco ou de ônibus, somente de avião.

                        Palácio Presidencial do Laos
Finalmente chegamos à capital Vientiane, uma cidade do tamanho de Osasco, com 700.000 habitantes, para irmos ao centro pegamos um Tuk-Tuk que nos levou por 30.000 Kips.
 
 
 

E contratamos um veículo, semelhante a um taxi, para nos levar ao XiengKuane Buddha Park, um complexo de estatuas religiosas, que fica a 25 km da cidade e também fazer um city tour e depois nos deixar no  aeroporto no final do dia, que nos custou 450.000 Kips.
O Buddha Park é de uma beleza estranha, é composto por aproximadamente 250 obras espalhadas em um jardim, o curioso é o forte sincretismo entre o Hinduísmo e o Budismo contido nestas. As figuras têm partes de animais e partes de humanos, e havia em muitas delas a representação de uma dominação do divino e o adorador, este ficava sempre submisso diante da divindade, pagamos 5.000 Kips o ingresso.

Na cidade visitamos o Patuchai, uma estrutura semelhante ao Arco do Triunfo na França. É dedicado àqueles que lutaram na luta pela independência da França. Onde pagamos 3.000 Kips por pessoa para subirmos ao topo.

O Wat Si Saket Museum é um templo que abriga 10.000 estatuas de Buda, e sobreviveu a guerra franco siamesa de1828 por ser um lugar sagrado. e  pagamos 10.000 Kips por pessoa para visitarmos.
 

Erguido em 1566, a mando do Rei Saysetthathirath, o Pha That Luang é o monumento mais importante do Laos, tido como o verdadeiro símbolo do país. A stupa dourada, que representa, ao mesmo tempo, o budismo e a soberania, é cercada por mais 30 stupas menores, com uma base que mede 69m de comprimento por 45m de altura, e um topo coberto com folhas de ouro.
 

sábado, 18 de julho de 2015

Tailandia, Chiang Rai





Este é o The Wat Rong Khun, mais conhecido como White Temple, em Chiang Rai, no norte da Tailandia, é um dos mais lindos templos que já visitei. Ele está sendo construído a 20 anos por um artista local, inclusive bancado por ele. Acredita-se que ainda demore 30 anos para terminar.

É um templo diferente, no prédio principal, além de mural de Buda em ouro, foi colocado personagens do nosso dia a dia atual, tais como Batman, Homem Aranha, Michael Jackson, as torres gêmeas explodindo, entre muitos outros. retratando o bem e o mal.

A cor branca deste prédio representa a mente, enquanto que o outro dourado representa o corpo, e os desejos mundanos e dinheiro.

Para chegar em Chiang Rai, pegamos um ônibus em Chiang Mai, e pagamos Baht 180 por pessoa, e a viagem durou 3 horas e 20 minutos.

Ficamos hospedamos num hotel chamado Baan Jaru. Próximo da rodoviária, e pagamos Baht 700 a diária para eu e meu filho. Com café da manhã e bike incluído no preço. O proprietário é muito simpático. Recomendo!

 

Black Temple, também em Chiang Rai, é um templo diferente, constituído de um prédio grande e outros 40 menores, um mais estranho que o outro. Mas em todos, muitos ossos e chifres de animais, e pele de jacaré.

Lembra construções Vickings, mas tudo muito bem conservado. Chega a ser bonito. Vale a pena ver para conferir.


 
 
Em seguida visitamos a tríplice fronteira, entre Tailandia, Mianmar e Laos. Onde até 14 anos atrás, era a rota do Opio, sim só à 14 anos atrás, ainda se permitia a produção e comercialização desta poderosa droga extraída da linda papoula. Inclusive funciona na cidade um Museu do Opio, onde mostra a história e como se produz e consome a droga.
Almoçamos do lado Tailandês olhando as montanhas de Mianmar à esquerda e o Laos à nossa direita.
Visitamos um comércio local e fomos a um outro templo cheio de macacos famintos, loucos por amendoim, mas são muito engraçados.
Conhecemos uma linda plantação de chá. Foi a única plantação que vi na Tailandia, com requintes tecnológicos na preparação do solo, com uso de “curva de nível” e irrigação. Muito profissional.
Estes passeios (inclusive almoço) foram comprados no nosso hotel, e pagamos Baht 1.000 por pessoa. Saímos em uma Van com ar condicionado as 9:40 Horas, e retornamos às 18. Acompanhado de guia com bom inglês.
 
 

quinta-feira, 16 de julho de 2015

Tailandia, Chiang Mai

                                                          Templo – Wat Chedi Luang
                                                      
                                                       Templo – Wat Chedi Luang         
                                                                   Wat Phrathat Doi Suthep
                                                             Wat Phrathat Doi Suthep     

De Singapura pegamos um voo até Chiang Mai, que fica ao norte da Tailandia.

Esta é a segunda maior cidade deste belo país. E só nela existem mais de 300 templos.

Ficamos em um hotel chamado La Pillow 8, no centro histórico, e pagamos por 2 diárias Baht 2.550 com café da manhã (2 pessoas).

No templo Wat Chedi Luang encontramos uma novidade. O “Monk Chat”, que é um local debaixo de arvores, com mesas e cadeiras onde os Monges conversam com os turistas em bom inglês, falando tudo sobre Budismo.

Depois fomos para as montanhas, que tem um templo chamado Wat Phrathat Doi Suthep, fica a 40 minutos de carro chamado Red Truck, uma espécie de Tuk-Tuk (30 km). Pagamos Baht 500, ele nos levou, esperou umas duas horas de visita, e nos trouxe de volta.

A estrada é bastante sinuosa, e para chegar no topo precisa subir mais de 300 degraus, ou pegar um transporte “a cabo”, que fica ao lado da escadaria, mas tem que pagar.

Para entrar no templo pagamos Baht 30 por pessoa.

Diz a lenda que um elefante branco carregando ossos de Buda, teria morrido naquele local, e por este motivo construíram este templo. Tem um visual muito legal da cidade.